Orquestra Sinfônica de Sergipe – Orsse


A ORSSE

Criada na década de 80, a Orquestra Sinfônica de Sergipe é um dos mais importantes grupos orquestrais da região Nordeste. Assiste atualmente no Teatro Tobias Barreto, patrimônio cultural do Estado de Sergipe, com capacidade para 1.328 pessoas e oferece, desde 2007, temporadas anuais e regulares de concertos, proporcionando ao público sergipano música de erudita de alto nível. Está composta atualmente por cerca de sessenta músicos – sergipanos, de outros estados da federação e também de outros países – e corpo administrativo empenhados em criar um produtivo pólo de música de concerto na região Nordeste do Brasil.Entre os solistas e regentes que têm intensas relações artísticas com a ORSSE destacam-se Roberto Tibiriçá, Roberto Duarte, Abel Rocha, Carlos Moreno, Amaral Vieira, Francis Hime, Regina Elena Mesquita, José Luís de Aquino, Emmanuele Baldini, Daniel Guedes, Wagner Tiso, Laszlo Mezö, Eduardo Monteiro, Álvaro Siviero, Michel Legrand, Sebastião Teixeira, Johannes Gramsch entre outros.

 

MAESTROS


Diretor artístico e regente titular, o maestro paulistano Guilherme Mannis,
assumiu a Orsse em outubro de 2006. Como regente convidado tem dirigido grupos como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Petrobras Sinfônica, Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Rosário (ARG), Sinfonia Toronto, Orquestra de Câmara do Amazonas, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica da Bahia, Sinfônica de Ribeirão Preto, Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica Carlos Chávez, Sinfônica Nacional da Bolívia e World Youth Orchestra, entre outros. Mannis vem desenvolvendo reconhecido projeto de inserção da ORSSE no cenário artístico nacional destacando-se a realização de seis Temporadas Anuais de Concertos, a realização das óperas Aïda, La Bohème e Tosca, a gravação das Suítes para orquestra de câmara e Bachianas Brasileiras nº3, de Villa-Lobos e a Turnê Brasil com concertos em Curitiba (Teatro Guaíra), Rio de Janeiro (Sala Cecília Meirelles), Brasília (Teatro Nacional Cláudio Santoro) e São Paulo (Sala São Paulo) com grande sucesso de público e crítica. Foi o condutor da Orsse ao Festival de Inverno de Campos do Jordão também. Tem promovido ainda o desenvolvimento de concertos pelo interior do estado do Sergipe e a popularização do acesso à música de concerto. Guilherme Mannis foi também regente assistente de Cláudio Cruz junto à Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e apresentador do programa Sala de Concerto, dedicado à difusão da música sinfônica em Sergipe, entre 2007 e 2008. Premiado em diversos concursos, Mannis é bacharel e mestre em Música pela UNESP. Teve como principal professor de regência o maestro John Neschling e participou de cursos com Kurt Masur (Campos do Jordão), Jorma Panula (Instrumenta Verano) e Isaac Karabtchevsky (MusicaRiva, Riva del Garda, Itália). Mannis incluem participou de concertos com a Sinfônica do Paraná, Filarmônica de Gorzow (Polônia), Orquestra Sinfônica de Monterrey (México) e Amazonas Filarmônica, Sinfonia Toronto, Amazonas Filarmônica, entre outras.

 


Regente assistente da Orsse, 
Daniel Nery é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP – Universidade Estadual Paulista – e Mestre em Música pela mesma instituição. Têm na sua formação, os seguintes nomes da regência orquestral e coral: Kurt Masur (Alemanha), Johannes Schlaefli (Suíça) e Osvaldo Ferreira (Portugal), (Festivais de Música), Abel Rocha, Vitor Gabriel e Samuel Kerr. Desde 2005 é discípulo do maestro Roberto Tibiriçá e juntamente com ele e outros colegas, em 2008 lançou o livro “O Regente sem Orquestra”, pela Editora Algol, o único livro de exercícios editado no país para a formação de regentes. Trabalhou entre 1999 e 2009 como regente do Coral Masculino Cantores de Atibaia/SP, realizando encontros, cantatas e diversas apresentações. Entre 2003 a 2009, foi regente titular da Banda Sinfônica Primeiro Movimento, a primeira banda de concerto da região de Atibaia, desenvolvendo uma importante temporada artística, formando platéia e novos músicos. Em 2003 atuou como regente convidado da Orquestra de Câmara da UNESP integrando a série de concertos do Circuito Cidade de São Paulo e em 2006, torna-se regente adjunto da Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia, passando sob sua regência os seguintes solistas: Ana Valéria Poles, Betina Steggman, Nelson Ayres e Douglas Lora. Em 2008 passa a dirigir, concomitantemente com a Orquestra Jovem, a Big Band de Atibaia, desenvolvendo, juntamente com Roberto Sion, um repertório exclusivo para essa formação. Nery também tem participado de diversos congressos e simpósios acadêmicos e tem artigos publicados pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Música, (ANPPOM). Em 2010 inicia na Orquestra Sinfônica de Sergipe como regente assistente do maestro Guilherme Mannis. No mesmo ano conquista o segundo prêmio no I° Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes de Orquestra realizado pela Orquestra Sinfônica de Campinas. E ainda foi um dos quatro regentes brasileiros selecionados para participar do II° Laboratório de Regência Orquestral com o maestro Fábio Mechetti na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

 

 




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